June 2010
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Sydney no Flickr →
Jun 11th
Jun 11th
Jun 11th
Jun 11th
Jun 11th
Living The Dream
Granted Bondi is full of porsches, prams, posers, fitness freaks and many from London and Brazil, so I can understand why a lot of people screw their face up when you mention it. But you know what? I think it’s great. As far as holding down a city job goes, I can’t see how you can do much better than living in Bondi (or perhaps Manly but we’ve not made it there) and commuting...
Jun 11th
May 2010
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May 25th
May 24th
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May 24th
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May 24th
May 24th
Big In Japan
I Love Tokyo. Maya’s T-shirt said as much and I’m in agreement. So much about Japan clicks - the efficiency, the service, the angles, the food, the design, the exposed concrete, the shopping, the value for money, the security. And on. After Brazil, Japan is a revelation. With six adults and four children living under the same roof for nine days I expected a crush in a classic Tokyo...
May 24th
Primeiras Impressões - Tokyo
Sim, eu preciso de visto pra ir ao Japão. Foi esta a resposta que eu dei pra todas as pessoas que souberam que eu estava indo pra lá. Também achava que bastava meu nome e a minha cara pra entrar lá! Mas a verdade é que antes de tudo eu sou brasileira, e isso não é nada fácil quando se vai entrar num país desenvolvido! É como estar nas portas do céu, não importa se é rico ou pobre, preto, branco ou amarelo, se é tudo brasileiro vai pra fila de "others passports"!
Por causa do visto, tive que ficar mais 3 dias em São Paulo enquanto Toby já tomava caipirinha com Maki em Itacimirim! Mas tudo bem, tenho que admitir que o consulado do Japão é super eficiente, uma vez reunidas as provas das suas "boas intenções" diante da sua visita, é só entregar e pegar depois de três dias. Eles não te fazem perguntas nem te fazem se sentir um lixo (como o consulado da Austrália e Estados Unidos), é pa-pum, mínimo de contato humano e máximo de eficiência, o que na época eu ainda não sabia, é que isso é exatamente o Japão!
Já no vôo sente-se o baque de sair das Filipinas e chegar no Japão! As pessoas viajam com malas e não com caixas de papelão, todo mundo sai do corredor quando alguém quer passar (vc não fica esperando a criatura colocar dez bagagens de mão no compartimento, depois desligar o celular, pegar o casaco, etc.). A comida e as embalagens são todas bonitinhas e deliciosa, aproveitei pra tirar a barriga da miséria! Depois da refeição, pedi mais uma garrafinha de vinho branco pra acompanhar um saquinho de abacaxi desidratado que sobrou da minha sobremesa - que delícia, umas das melhores combinações que já provei!
No som do aeroporto toca uma musiquinha zen de relaxamento, vc vai seguindo o fluxo, ninguém corre e não tem confusão. Pega-se a fila de imigração e simplesmente entrega seu passaporte pro oficial, depois disso a máquina na sua frente faz o serviço, muda o idioma imediatamente de acordo com a nacionalidade do passaporte, dando o passo a passo do que deve ser feito. Depois disso o oficial te devolve o passaporte e faz um gesto abaixando a cabeça, chegando ao clímax do contato entre vc e ele. Aliás, já dar pra captar a mensagem de "sem contato, por favor" logo que vc olha pro sujeito, pois a maioria deles usam máscaras cirúrgicas no rosto.
Pegamos um onibus que nos deixaria no Hyatt, e de lá pegariamos um taxi, pois o aeroporto é longe da cidade. Não precisa nem dizer que foi o ônibus mais limpo que pegamos em toda a viagem! A corrida de táxi foi tranquila, aliás, tranquilo é o nome do trânsito aqui! Aqui os carros são silênciosos, não tem moto te cortando por todos os lados, ninguém buzina desesperadamente assim que o sinal abre e os ônibus desligam o motor quando param no sinal vermelho. Amei!
May 24th
May 24th
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May 24th
May 24th
Thank You Sir!
Thoughts on the Philippines. Three weeks in the easy listening capital of the world (public transport, shops, restaurants etc. all playing Mac, Air Supply, Toto or other dulcet tones) were well worth it, but three weeks is enough. Lovely country and an interesting variation on SE Asian travelling, but can’t say that we were sorry to leave. Perfect for a two week holiday, perhaps not so...
May 3rd
May 3rd
May 3rd
Puerto Princesa
Depois de conhecer o mundo alienígena de Sabang seguimos pra Puerto Princesa, nossa última parada na Filipinas! A ansiedade de conhecer o Japão aumenta na medida em que eu vou ficando de saco cheio do caos, da sujeira e da poluição das cidades Filipinas. Andar pelas ruas aqui é sufocante, como se não bastasse o calor infernal e a poeira que come a cidade, a cada 10 metros tem um carro parado soltando fumaça na sua cara. Pra não desligar o ar-condicionado, eles sempre largam o carro ligado (gasolina aqui é bem barata), seja enquanto esperam por alguém, ou quando vão fazer algo como ir ao banco ou padaria. Inspeção Veicular? Esquece!
Pelo menos nosso hotel era direitinho, pois quando o calor paralisa o corpo, nada melhor que fazer nada num lugar confortável. Passamos a maior parte do tempo assistindo tv, alternando entre as Olimpiadas de Inverno e as brigas de galo (paixão nacional)! Então fomos jantar na única atração turística da cidade, o restaurante Ka Lui! Dizem que é o melhor restaurante das Fiipinas. Talvez se destaque devido ao caos que o rodeia, mas talvez realmente mereça o título. Como não conheci todos os restaurantes das Filipinas, posso dizer apenas que foi um alívio para o paladar, ao experimentar a culinária local em pratos que não fossem fritos, e para o olhar, ao ver um lugar de bom gosto e personalidade. Comemos lá todos os dias.
Enquanto o sol não rachava, arriscamos um passeio no mercadão central, onde sempre é possível capturar a alma de uma cidade! A enorme variedade de arroz realmente mostra qual a base da alimentação por aqui! Peixes frescos e secos, o caos natural de uma feira e as coisas esquisitas que vendiam por lá rendeu umas boas fotos. Mas foi só pra olhar mesmo, porque por mais que eu goste de experimentar coisas diferentes em feiras e mercados, aqui não deu. Imagina porquê?!
May 3rd
April 2010
9 posts
Apr 21st
Sabang, um mundo alienígena.
Mas a viagem continua, e deixamos El nido para conhecer Sabang e seu rio subterrâneo. Uma jornada de 7h numa van pelo interior da ilha de Palawan mudou um pouco o cenário de praia, pra plantações de arroz e florestas musgosas.
Chegando na pequena vila de Sabang não foi difícil encontrar o hotel, apesar de que, a primeira vista não tinhamos certeza se o hotel ainda estava sendo construído, ou se estava abandonado. Mas quando nos levaram até o quarto descobri que era uma obra abandonada pela metade! Os quartos eram bem velhos e bem básicos, meu maior medo era de aranhas, uma vez que o bangalô parecia estar sendo engolido pelo mato.
Fui dormir tensa, acordando a noite inteira pra checar se nem um bicho havia entrado no quarto, até que umas 5 horas da manhã, naquele exato momento em que a noite termina e o dia amanhece, um barulho estranho começou a ecoar tomando conta de todo o lugar, foi ficando mais forte como se uma chuva torrencial caísse lá fora, mas não chovia, na verdade, era o barulho de milhões de cigarras, grilos, bezouros e os mais estranhos bichos que uma floresta possa abrigar. Incrível, era festa na floresta, o som era tão alto que mal podia ouvir o que Toby falava do meu lado, foram aproximadamente 5 minutos de zumbizeira selvagem! Imagino que na amazônia deva ser parecido.
Do porto, que é basicamente a vila de Sabang, pegamos um barco que nos levaria a ilha em que se localiza o maior rio subterrâneo navegável do mundo! o rio desemboca na praia o que faz com que ele também tenha a maravilhosa cor de azul que as praias daqui têm. A entrada do rio é linda, uma lagoa azul com palmeiras aquáticas nas margens e ao fundo, a entrada de uma enorme caverna onde os barquinhos vão desaparecendo.
O rio continua caverna adentro até uns 8 km, mas o passeio não percorre toda a sua extensão, nem precisaria, pois já nos primeiros metros o fedor de cocô de morcego não é dos melhores. O barquinho vai entrando na escuridão com um clima de terror igualzinho a aqueles carrinhos do Playcenter. Durante o trajeto, a gruta vai ganhando altura até que toma amplitudes gigantescas, no salão que eles chamam de "catedral" a suposta abobóda tem uma altura de aproximadamente 50m. Estalactites enormes caem do teto nas mais diversas formas, o que torna tudo muito parecido com o mundo alienígena dos meus pesadelos de infância: úmido, escuro, fedido, cheio de formas e sombras aterrorizantes, onde nada se assemelha a paisagem natural do planeta terra!
Apr 21st
Apr 21st
Ahh... El Nido!
De Manila pegamos um aviãzinho até o tão esperado resort nas ilhas de El Nido, definitivamente o highlight das Filipinas! Por incrível que pareça (e para a felicidade da mãe de Toby), não vômitei e nem fiquei tão enjoada quanto da última vez que voamos juntos num destes jets (olha eu ficando mal acostumada com a vidinha jet set!). Chegando lá tem toda aquela recepção de locais felizes cantando músicas, com direito a colares de flores e garçom servindo drink com "guardachuvinha" no copo. Lembrei de Juju me contando como ela tinha planejado a chegada de Tim em Itacimirim!
O resort é exatamente como a foto de descanso de tela do computador: localizado numa ilha de areia branca, com bungalôs em cima de águas transparentes. Mas como os bungalôs na água são os quartos mais caros, ficamos num dos fundos. Pra mim tava tudo perfeito, mas Toby detesta resorts e quando se hospeda em um, quer fazer valer cada centavo gasto, e uma obra de ampliação bem atrás do nosso quarto não ajudou nem um pouco na satisfação do hóspede!
O pior foi que nos levaram até o quarto na maior simpatia. Chegando lá tinhamos bolsas e chinelos de brinde, passarinhos feitos de palha de coqueiro em cima da cama e uma lista com todos os peixes e animais que iriamos ver neste reduto de paraíso! Tudo parecia perfeito, até que a moça saiu do quarto, e então serras elétricas e furadeiras destroçaram a paz que reinava a 1 minuto atrás! Como as paredes do quarto não são de tijolo, e sim de palha, podiamos ouvir claramente as marteladas e as intruções do mestre de obras bem atrás do nosso chuveiro!
Depois de ficar super puto da vida, Toby foi explicar pro gerente o quanto estava desapontado com o hotel, uma vez que só tinha visto boas recomendações no TripAdvisor, site que inclusive, sempre posta avaliações sobre os lugares em que se hospeda. Só sei que no final da conversa, mudamos pra um quarto na frente da praia, tivemos uma garrafa do vinho mais barato do menu, e ofereceram nos levar a um jantar privado em uma das outras ilhas, mas só levar mesmo, pois teriamos que pagar pelo jantar.
Mas apesar do incidente da obra e das cortesias esfarrapadas do gerente, o resto foi ótimo. Tinhamos os quartos sempre limpos da areia, o buffet tava uma delícia e os jantares eram na praia, a luz de velas e ao som da Timbalada e Gilberto Gil (pelo menos na música os bahianos acertaram, conquistaram até as Filipinas!). Fora o lugar em si que é simplesmente fantástico, nunca vi nada parecido, rochas gigantes que formam torres e montanhas no meio do mar. De certo ângulo parecem uma massa única, mas ao investiga-las de perto (no nosso caso, de caiaque) descobre-se que algumas delas são grandes blocos agrupados, formando entre si um labirinto de canais e bahias com enormes piscinas naturais de água cristalina. De uma piscina a outra, fomos parando nas mini ilhas de areia branca para fazer snorkle e mergulhar com cardumes de peixes, El Nido foi realmente fantástico!
Apr 21st
Apr 4th
Apr 4th
Palawan Island and the Calamian Group
I’ve never seen water like it. All the islands we went to (10+) over the two weeks travelling Palawan Island and the Calamian archipelago in the South China sea at the Northern tip of Borneo had emerald green seas and fluffy white coral sand beaches. Throw in a karst limestone landscape and it makes for some breathtaking scenery. We started at Coron to get some wreck diving in and get Maya...
Apr 4th
Manila
Depois de Coron fomos encontrar com os pais de Toby em Manila. Toby estava um pouco receoso de passar duas semanas inteiras com os pais ( é isso o que acontece quando você coloca os filhos desde os 8 anos na escola interna!), mas quando chegamos no flat super confi que iamos ficar com eles em Manila... não tive dúvidas que nas próximas semanas nossa viagem teria um super upgrade! Imediatamente o "resort" dos ratos de Coron ficou pra trás e me enchi de boas lembranças da vida no GeorgeV!
Manila não é lá estas coisas, é basicamente a mistura de uma parte rica de São Paulo com cinco partes pobres de Salvador, formando um amontoado de gente, alguns prédios envidraçados e muitas favelas. Porém, parece que Manila já foi bem bonita um dia, me disseram que era a cidade mais bonita do oriente até que os bombardeios da Segunda Guerra destruiu quase tudo, que tristeza...
Na Cidade Intramuros, única parte da Manila antiga que ainda resta em pé, e em suas redondezas, da pra ver alguma coisa antiga, com história e bonita. Mas não sei por quanto mais tempo, pois o que resta lá tá caindo aos pedaços e as favelas tão tomando conta!
Ao redor dos muros, tem muita gente vivendo na rua, mas por incrível que pareça, não me senti ameaçada em andar com três gringos( três, pq todo mundo aqui pensa que eu sou filipina), camêras e bolsas. Os filipinos de uma forma geral, são muito menos agressivos que os brasileiros, andar na rua por bairros suspeitos não me pareceu tão perigoso como no Brasil. Fiquei pensando... por que será?
Enfim, pra mim, Manila já deu! Já tava ficando preocupada em ficar tanto tempo em uma cidade de país pobre com tanta probabilidade de terremoto. O engraçado é que algumas semanas depois meu pai me escreveu um email perguntando por onde eu andava, pois havia ocorrido um terremoto no mar e foi sentido um leve tremor em Manila! Mas nada grave, e de qualquer forma, já estavamos bem longe de lá!
Apr 4th
Apr 4th
March 2010
14 posts
Mergulhando em Coron
Em Coron eu fiz o curso de mergulho, estou orgulhosa que agora eu sou uma "Open Water Diver" ! Devo confessar que eu estava morrendo de medo, até que Toby me pressionou bastante e eu tive que fazer um dia de mergulho como experimento. Acordei as 6 da manhã pra assistir o filme explicativo, e as 8 já estava no barco a caminho do meu primeiro mergulho.
Tivemos o primeiro mergulho numa ilha super bonita, o que me distraiu um pouco, mas quando começamos a descer, fiquei meio estressada com o fato de que nunca devo parar de respirar, sempre devo compensar o ouvido e o pior, não devo subir rapidamente! Tudo isso foi me dando claustrofobia e ai, graças a deus, já tava na hora de subir. Achei que já iamos voltar pra casa, quando eu descobri que ainda iriamos almoçar no barco e esperar um pouco antes de fazer um segundo mergulho! A princípio, não me apeteceu a idéia de mergulhar de novo, mas depois do almoço eu já tava doida pra voltar pra água, pois o enjôo do barco era muito pior que encarar mais um mergulho!
De volta na água, perguntei ao instrutor o que devia fazer se me desse vontade de vomitar, daí ele explicou que os equipamentos de hoje são muito modernos, e que se quisesse, eu poderia esvaziar todo o meu estômago pelo regulador, e ainda respiraria normalmente. Fiquei muito tranquila com essa informação e aproveitei muito mais o segundo mergulho. Em terra firme, o instrutor me disse que se eu fizesse o curso, o dia de hoje já contaria como o primeiro dia, então aceitei fazer mais dois dias pra ter, de uma vez por todas, a bendita carteira internacional de mergulho. Foi uma maratona de filmes, mergulhos, passeios de barco e testes. Quando tudo acabou eu já tava realmente enjoada de mergulhar.
No último dia em Coron aproveitei pra ir experimentar a cidade, acordei tarde e fui na padaria. Eu adoro ir em padarias de países pobres, pois aquela vontade de comer tudo que tá na vitrine, de fato, pode ser realizada! Com 1 real vc compra a padaria inteira! Tudo bem que nem tudo é uma delícia, mas o donut de 0,0027 centavos de real não deixou nada a desejar! Na hora do lanche, fui procurar o balut, meu instrutor falou que é bom, mas na real, não tive coragem de encarar! achei um link com uma foto pra vcs conhecerem a especiaria!
( http: //noticias.r7.com/esquisitices/noticias/ovo-com-pato-fecundado-para-ficar-com-barraca-armada-20090930.html )
Mar 13th
Mar 9th
De Banaue a Coron
Na volta de Banaue até Manila resolvemos pegar o ônibus durante a noite, aparentemente seria mais rápido que o Sr. Grahan dirigir pra gente de novo, mas é claro que o ônibus tinha que quebrar depois dos 20km, adicionando mais 4h a viagem. Faz muito tempo que não viajo de ônibus, mas não esqueço do fato de que eles sempre têm baratinhas (aposto que Priscila tb não esquece disso!). Dito e certo, quando fui no banheiro lá estavam elas saindo da fechadura! além de me preocupar em não pegar piolhos do banco, tinha que me preocupar com as típicas baratinhas amarelas.
Finalmente chegamos em Manila, em cima da hora do nosso vôo até Coron. A vista do avião é linda, formas verdes rodeadas por um degradê de azul a branco, a água é muito transparente e a areia é muito branca, tudo que eu sempre desejei conhecer! Do aeroporto pegamos a van até o resort, (resort? hum... fiquei felizinha achando que ia poder tomar um super banho super confi!) mas a concepção de resort dos filipinos é bem diferente da que eu tinha. Da rua até o "resort" tinhamos que atravessar uma favelinha em palafitas sob um mangue fétido! As casas são todas construídas sob o mangue e vão avançando até o mar, o sistema de esgoto vc já imagina!
O nosso hotel já era em cima do mar, pegamos um quarto no terraço, assim tínhamos uma vista mais elevada! As construções daqui são um verdadeiro desperdício, pois eles têm recursos naturais como boas madeiras, palha, bambu, mas constroem uns armengues que vc nem imagina como que fica de pé. O piso do quarto era super bonito, de madeira maçiça, mas assentado com uns 3cm de espaço entre as tábuas, fazendo com que toda a sujeira do quarto caisse no vão entre elas, permitindo que uma família inteira de ratos vivessem alí debaixo! Toby falou, isto é Asia, vai se acostumando...
Mar 8th
Mar 8th
Mar 8th
Mar 8th
flash'pack v.intr. to travel...
flash’pack v.intr. to travel independently on a loose budget while burdened with digital paraphernalia. Usually done in the developing world over an extended period of time by those in their late twenties to early thirties whilst taking a sabbatical, having a pre-life crisis, enjoying a redundancy windfall or generally shirking responsibility. Backpack non-essential item.
Mar 7th
ListenThis blog’s name obviously owes itself...
Mar 7th
Explorando os terraços
Depois de descansar por alguns dias (ou horas, a esta altura, já perdi a noção do tempo) fomos explorar os terraços de arroz de Batad, pegamos um carrinho (na verdade um triciclo soldado numa moto) e fomos até o início da trilha. No caminho tive a oportunidade de observar a cidade de Banaue (que não é lá estas coisas) e seus tranquilos habitantes que passam o dia a catar os piolhos uns dos outros no meio da rua.
A trilha durou umas 5h, a ida (montanha a baixo) foi tranquila, a volta você já imagina! Mas o esforço é válido, pois os terraços de Batad são bem impressionantes, quando finalmente se chega no vale, você se vê rodeado por montanhas enormes, cobertas de cima a baixo por estes terraços milenares. Nunca fui a Machu Picchu, mas achei parecido com as contruções em pedra encravadas nas montanhas.
Mar 3rd
Mar 3rd
Mais info sobre banaue rice terraces →
Mar 3rd
Mar 3rd
ListenInspirational.
Mar 3rd
Punctures, broken buses and 32h journeys - it's...
It begins. We have arrived in the Oriental theatre of travel. Oddly for Maya (considering her Japanese roots) this is the furthest East she has ever been. There’s been a thirteen year hiatus in my case and it feels good to be back in Asia proper. So, having spent the two months since I quit my job at the end of November warming up (chilling down?) on the beach in Bahia with the family, we...
Mar 3rd
February 2010
3 posts
Feb 27th
Pra começar...
Domingo, 8 de fevereiro, saimos de Londres pra começar nossa viagem pelo oriente!
13h de vôo (com muita turbulência) depois... chegamos em Hong Kong, o pátio dos aviões era rodeado por montanhas enormes, lindas. Me deu até vontade de ficar uns tempos aqui, mas como era só uma conexão, ainda tinhamos mais 2h de vôo pela frente.
A aterrizagem em Manila já não foi tão surpreendente, saindo do aeroporto já se perecebe um cheiro de poluição meio doce enjoado. Uma ótima recepção pra mim que vivo enjoada!
De lá, um senhor inglês nos levaria por mais 13h de carro até a pousada que ficava do lado dos terraços de arroz de Hapao, bem perto do fim do mundo. Talvez, se ele fosse um pouco mais rápido que 30km por hora e o pneu não tivesse furado no meio da noite, nós poderiamos ter chegado mais rápido!
Mas o bom é que ele teve bastante tempo pra nos contar o quanto os filipinos são difíceis de lidar, como nada funciona direito aqui, o quanto é difícil manter a pousada com trabalhadores filipinos e todas as terríveis consequências para um gringo que atropela um filipino. Nossa, não aguentava mais!
Feb 24th
Feb 24th